Então, o filme o Espião que Sabia Demais fala sobre não sei o quê, conta a história de não sei quem e retrata exatamente o que eu também não sei. Brincadeiras à parte, mas é mais ou menos isso mesmo, o filme é confuso e cansativo. E pelo que andei lendo, era essa a proposta do diretor Tomas Alfredson. Que proposta mais louca, não? O objetivo é fazer com que as pessoas pensem, não tenham a história de mão beijada. Assim, adoro filmes inteligentes, que nos surpreendam, coisa que um bom suspense é capaz de fazer, mas, para isso, é necessário um bom roteiro, o que não é o caso desse filme. Essa é a minha leiga opinião, pois ouvi críticas favoráveis de pessoas muito entendidas da sétima arte. Cada um com seu gosto e seu pensar, rs. No começo, há poucos diálogos, as cenas demonstram detalhes, difíceis de serem decifráveis. Lá mais para a metade do filme, é que se sente o drama do roteiro. Mas, ainda assim, nada muito empolgante.
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| O Espião que Sabia Demais |
O filme é baseado no livro de John Le Carré, o mesmo de Jardineiro Fiel (filme excelente, a propósito), e conta a história de um espião aponsentado que volta a ativa para descobrir quem é o "traidor" que serve, ao mesmo tempo, o serviço secreto inglês e os soviéticos. Apesar da história confusa, é nítida a atuação brilhante de Gary Oldman. O incrível Colin Firth também atua no filme e, sinceramente - mais uma vez, a minha leiga opinião - sua participação e talento foram desperdiçados.
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| Gary Oldman em O Espião que Sabia Demais |
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| Colin Firth |
A ida ao cinema só valeu porque assisti a esse filme na sala platinum do Park Shopping, que é maravilhosa! Mesmo sendo o dobro do preço, vale super a pena uma ida a essa sala, de vez em quando, ou de vez em sempre, rs. Curtir aquela super telona deitada é um mimo que podemos nos dar. Uma delícia! Super indico. : )
Fotos via Imagem/Google.



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