quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Sorriso

Há algo mais doce que um sorriso?
É uma flecha que atravessa a alma, que esmaga o coração.
Sorriso meigo, escancarado, perturbador, invasivo, delicioso, tímido.
Sorrir clama por felicidade, por afeto, por carinho.
Uma manifestação de amor.
 Em alguns momentos, manifestação de desejo.
Às vezes, do medo.
Sorriso encantador. Sorriso faceiro. Sorriso penetrante.
Sem maldade, sem falsidade.
Sorriso ingênuo.
Sem perversidade, sem crueldade.
Sorriso espontâneo.
Sorriso que enfrenta, que intimida, que machuca, que dói, que amarga.
O sorriso da minha paixão me crucifica, me envenena.
É contradição, porque também alegra e desperta a minha humanidade.

sábado, 25 de agosto de 2012

Pobre Juan e o prazer do Happy Hour

Antes de mais nada, quero esclarecer aos meus leitores - tendo em vista a preocupação de alguns amigos, rsss - que o último post, Pessoas Horríveis, não se refere a nada que tenha me acontecido. Inclusive, havia escrito esse texto há algum tempo e resolvi publicá-lo. Tenho muita coisa escrita - mentira, nem tanto, rs - e pretendo ir divulgando pouco a pouco aqui no blog. Quando estou mais tranquila, gosto de sentar pra escrever sobre assuntos os mais diversos possíveis e minhas impressões sobre acontecimentos, comportamentos, enfim, sobre a vida. Portanto, amigos queridíssimos que se preocupam comigo, está tudo ótimo e maravilhoso, rs.

Vamos ao assunto que interessa.

Como é bom um happy hour, principalmente se for numa sexta-feira. Já sair do trabalho e sentar em algum lugar pra jogar conversa fora com os amigos, apreciar uma bebidinha ou uma comidinha, é bom demaaaaiiiis da conta. Isso é o bom da vida e não vai ter ninguém nesse mundinho que irá me convencer do contrário. Assim, tudo bem que eu prefiro ser uma metamorfose ambulante, mas tenho pra mim que algumas verdades (minhas!) serão eternas. Desfrutar a companhia das pessoas queridas, conversar, rir, falar besteira é essencial pra se ter uma vida plena e feliz. Verdade absoluta, não é não?

Então que numa dessas sextas calorosas fui parar no Pobre Juan, localizado no Iguatemi, para um agradável happy hour. Lá é um lugar mais para jantar, considerando que não é um lugar típico para se ficar petiscando, bebendo etc e tal. Não tem aquele ambiente descontraído, mas como quem faz o lugar são as pessoas e os momentos a gente cria, fomos felizes do mesmo jeito. Até porque a proposta inicial era sentar lá e tomar um clericot (amo!).

Adoro o ambiente do Pobre Juan, acho lá lindo, diferente, agradável. Pena que eu tenho andado muito relapsa - mais uma vez, estava sem minha câmera digital - e não pude registrar a beleza do restô (fotos tiradas do celular não são legais, definitivamente). Pretendo andar com ela a tiracolo pra cima e pra baixo. Afinal, a vida é uma caixinha de surpresas agradáveis (amo surpresas!!!) e, quando menos se espera, se recebe um convite pra algum lugar legal, pra fazer algo diferente, portanto, tenho que estar devidamente preparada pra registrar tudinho. Rs!




Fomos de clericot com vinho branco, muito maravilhoso, e mandamos ver no couvert. Comi tanto, tanto, tanto... que aff... bom demais! Um molhinho chimichurri dos deuses, pasta de gorgonzola, azeitonas as mais divinas, pãezinhos deliciosos.








A ideia era só ficar petiscando, demos uma olhadinha no cardápio, mas as entradas não agradaram muito e acabamos pedindo uma palleta de cordeiro acompanhada de legumes grelhados. O garçom perguntou se não iríamos querer outros acompanhamentos. Nem pensar!!!!! Já tínhamos nos esbaldado com o couvert. Não tenho dúvidas de que nesse dia cometi o pecado da gula.

Lá diz que a palleta é para duas pessoas, mas, sendo sincera, quatro pessoas comem tranquilamente. É muito bem servida e simplesmente deliciosa! Já havia experimentado outra vez e continua com o mesmo sabor incrível, muito bem preparada.




E pra finalizar essa noite de gulodices, mini churros com doce de leite para sobremesa. Dispensa maiores explicações. Delícia!!!



Happy hour sempre, porque isso é o bom da vida!!!

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Pessoas Horríveis


Existem algumas pessoas que são horríveis. Horríveis mesmo. Há aquelas que insistem em criticar o que há de melhor em nós. Há outras, contudo, que nos ignoram. Acho que essas são as piores. Deveras, são as que mais nos machucam. A indiferença é uma dor que não tem escape. Ela fica ali, dentro de você, parada. Ela é um tanto que soberba. Machuca e nos deixa um pouco amargos.
 As pessoas horríveis parecem não ter coração. A alma é puro sal, não deixa que nada cresça. A mente é pura razão, sabe que amar dói. Elas conseguem roubar a sua esperança, aniquilam seus desejos e manipulam suas palavras. Essas pessoas precisam saber que nem tudo está dando certo por aí, que não existe perfeição, que as pessoas vivem de aparência, que o mundo não é um conto de fadas. Elas precisam disso para se sentirem bem. Elas odeiam pessoas otimistas, dizem que são como pollyanas, que brincam o jogo do contente, sabe? Ver sempre o lado bom das coisas é uma forma fraca e infantil, é o que essas pessoas horríveis pensam. Para elas, o melhor é sempre criticar, xingar, brigar.  Nem pensar em perdoar, relevar, tolerar.  A vida não foi complacente comigo, porque eu o serei com os outros? É essa a filosofia delas. No ponto de vista dessas pessoas horríveis, só faz sentido ganhar a vida assim, sendo duros uns com os outros. Benevolência, jamais.
Não se espante se você é uma pessoa horrível, eu também sou, todos nós somos. Volta e meio somos egoístas e detentores da verdade. Por qualquer coisa, nos enfurecemos, facilmente. E, cheios de razão, nos vemos aos berros, apontando dedos. Não alimentarei minha pessoa horrível. Deixarei que ela morra à míngua, sem a menor compaixão. Afinal, ela me envergonha, faz-me ver minha mediocridade humana, deixa-me vulnerável. Como se eu não pudesse sê-lo. Pessoas que expõem seu lado fraco, que deixam suas emoções abertas, que escancaram com os seus sentimentos são dignas do meu apreço. Pois esta é uma árdua tarefa.
Vejo que a pessoa horrível não é de tudo ruim, pois também é humana. Há algo de divino em nós, que é capaz de nos fazer florescer quando somos pântano. Que a minha pessoa horrível não prevaleça, que ela não sufoque minha divindade, não me torne uma pessoa amarga, que ela esteja apenas no ponto certo de manter a minha humanidade.

domingo, 19 de agosto de 2012

Ninny



A aniversariante do dia era a Gabi, lá no início de agosto, e ela estava com muita vontade de comer massas. Sabem como é, quem manda é quem está soprando velinhas. Além disso, tínhamos que fazer a vontade dela pra não correr o risco do bebezinho que ela está esperando nascer com cara de penne ou de spaghetti. Hahaha! Não ia ser nada legal...

Daí que sugeri o Ninny, na 309 norte. Há tempos que estava com vontade de sentar por lá e saber o que esse restaurante de comida italiana, singelo, um tanto tímido, com mesinhas simples, espalhadas pelo corredor do prédio, tinha pra oferecer. Grata surpresa!!! : )))

Gabi e eu fomos de ravioli de ricota e espinafre ao molho "pasticciatta", que consiste em um molho de tomate italiano com beringela frita no azeite extra virgem e mozarela de búfala. Preferimos molho vermelho a branco. Feliz opção, pois estava uma delícia!!! O ravioli, o molho, tudo PERFEITO. Pedimos a opção que serve duas pessoas. Vem muuuuito bem servido. Acho que três pessoas comem tranquilamente. 




Os outros foram de penne ao molho Alfredo, que consiste em presunto, bacon, cogumelos flambados em conhaque, salsinha e creme de leite, aromatizado com parmesão e de pappardelle com o mesmo molho que a gente havia pedido. Eu experimentei o penne e estava muuuito bom também. As massas são fabricadas pela casa e é fácil perceber a diferença daquelas compradas nas prateleiras de supermercado.




Todos ficaram encantados com a qualidade e o sabor das massas. "Superou as expectativas" foi a conclusão da tchurma. Gabi e eu fizemos uma quentinha e mandamos ver no final do dia... hummmmm!!! Como amo massas...

domingo, 12 de agosto de 2012

Pampulha

Sair para almoçar na sexta-feira é sempre tão reconfortante, é o anúncio de que o fim de semana está chegando. Além de poder apreciar uma boa comidinha, é uma oportunidade de curtir a companhia das pessoas que a gente gosta. Enfim, na sexta estamos naquele ritmo mais lento, mais tranquilo, prontos para sermos felizes. Deixamos as preocupações e a correria um pouquinho de lado e abrimos espaço para os bons momentos da vida. Impossível viver só de trabalho, responsabilidades e afazares. O lazer e o prazer são tão essenciais quanto o trabalho. E é justo que cada habitante desse planeta desfrute desses momentos.

Pois bem. Fui conhecer o novo restô de comida mineira perto da Ponte JK: o Pampulha! Show de bola. Assim que entrei, fiquei encantada com o ambiente amplo, bem decorado, tudo de muito bom gosto. Tudo devidamente registrado:










O encantamento se estendeu à mesa bonita e caprichada de frios, que maravilha!







O Pampulha mistura a comida mineira com a internacional, mandando muito bem, tudo delicioso, saboroso, com direito a muitos hummmms. Tentei experimentar um pouquinho de cada coisa, missão difícil!!! Hehehe. Eram tantas opções que, de fato, foi difícil mesmo. Sendo sincera, que missão agradável, pois estava tudo caprichado, verdadeiramente gostoso.

Eram inúmeras as opções de carnes. Lombo ao molho de damasco. Cordeiro ao molho de hortelã. Carne de sol com queijo de minas. Bisteca ao molho de ervas. Carne seca com abóbora. Até bacalhau tinha. E lá fui eu, um pouquinho de cada... loucura, loucura.... rs



Comida de verdade! A simplicidade mineira (com sofistificação) brotando na mesa:






Olha essa paella, que divina!


Foi quase tudo perfeito, exceto pelas sobremesas, que não me agradaram... e olha que tentei experimentar muita coisa... apesar da mesa bonita, elas não estavam gostosas. Fui de pudim, de mousse de limão, de rocambole de doce de leite e outras coisas mais... sim, o doce de mamão estava muito bom!




Hummm, que sexta feliz!!! Difícil foi trabalhar depois... hehehe

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Caetano e os adoráveis leoninos!

Tudo bem que eu amo o mundo gastronômico de paixão, isso já está pacificado. Mas, não gosto de ficar falando só de comida no blog. Acontece que está difícil variar o assunto, no momento, rs. O pouco que estou me permitindo tem sido ir a restaurantes com amigos e, na maioria das vezes, para comemorar aniversários.

Pois bem. Só para mudar um pouquinho a prosa do blog - e não ficar falando só de comes e bebes -, comentarei sobre o setentão da semana: Caetano Veloso! Meu primeiro contato com a MPB, salvo engano, por foi meio desse baiano cheio de personalidade. E sim, eu sou muito fã, falem o que quiser dele, eu o adoro. Caetano também tem Telles no mome, mas o dele é com dois "l", enquanto o meu é com um só, e que bom que o meu é assim, pois eu aprecio por demais a simplicidade e a descomplicação sob qualquer aspecto.

Caetano é um legítimo leonino. E não daria pra esquecer dos queridos leoninos que cercam minha vida. Tenho verdadeiro encantamento pelos meus amigos regidos por este signo. Caetano, com toda sua poesia, fez seus versos: "Gosto muito de te ver, leãozinho. Caminhando sob o sol. Gosto muito de você, leãozinho". Geniosos, verdadeiros, inteligentes e apaixonantes, assim são os leoninos da minha vida.

Vou deixar registrado aqui a letra de uma música que eu cresci ouvindo e que eu amo demais!


Baby

Você precisa
Saber da piscina
Da margarina
Da Carolina
Da gasolina
Você precisa
Saber de mim
Baby, baby
Eu sei
Que é assim
Baby, baby
Eu sei
Que é assim
Você precisa
Tomar um sorvete
Na lanchonete
Andar com gente
Me ver de perto
Ouvir aquela canção
Do Roberto
Baby, baby
Há quanto tempo
Baby, baby
Há quanto tempo
Você precisa
Aprender inglês
Precisa aprender
O que eu sei
E o que eu
Não sei mais
E o que eu
Não sei mais
Não sei
Comigo
Vai tudo azul
Contigo
Vai tudo em paz
Vivemos
Na melhor cidade
Da América do Sul
Da América do Sul
Você precisa
Você precisa...
Não sei
Leia
Na minha camisa
Baby, baby
I love you
Baby, baby
I love you...

Só sei que amanhã assim que entrar no carro, irei escutar Caetano, com toda sua musicalidade. Irei sentir seus versos, me deixarei levar pelos pensamentos. Observarei com muita atenção o lindo céu azul que tem feito nesses dias de seca, em que a paisagem é amarela e a respiração fica difícil. São dias que o sol brilha intensamente, que a grama deixa de ser verde e Brasília fica linda como nunca. Um pôr do sol que dá arrepios de tão lindo. Não tem problema se a garganta fica irritada, se a pele reclama. Pra tudo na vida tem um preço. E se for pra eu continuar vendo toda essa beleza, eu pago o que for!




Foto tirada por euzinha!


A pessoa começou o post com um assunto e terminou com outro. A incoerência, por vezes, é fundamental na vida. Pode fazer mais sentido do que se imagina...

domingo, 5 de agosto de 2012

Marzo e o sabor da vitória!

Semana retrasada foi colação da amiguxa Michelle. Uhuuu!!! É um momento especial, para todos aqueles que colam grau, afinal, até chegar a ele, são anos de dedicação, de sacrifícios, uma dificuldade aqui e acolá, horas incontáveis de estudos, não é fácil não. Cada um que já viveu esse momento, independente de sua história, sabe que ter o diploma em mãos tem um sabor de champagne, isto é, de pura comemoração. Vamos ser honestos, todo mundo sente muito alívio pela conclusão do curso, ufa!!! Rs. O que fica na lembrança são as amizades construídas ao longo do curso, os bons professores, o aprendizado para a vida. Lembramos com um carinho especial do apoio da família e dos amigos. Portanto, muito justo tê-los pertinho nesse momento. Tem uma frase que eu adoro e diz tudo: "A felicidade só é verdadeira quando compartilhada". 

Si Palmeira, Marjorie e eu fomos prestigiar nossa querida amiga e ficamos com uma vontade enorme de colar grau de novo, hehehe... lembro-me que estávamos ansiosas pelo término da faculdade, já não aguentávamos mais, parece que quanto mais chegava ao fim, mais cansada (e sem saco,rs) ficávamos. Mas, hoje, olhando pra trás, vejo que cada minuto valeu a pena. E é impressionante como esquecemos rápido das coisas que tanto reclamamos, pois já estou com vontade de fazer outra faculdade (louca, não? rsss).  

Antes da colação começar, o trio incrível (eu, Si e Mamá - faltou a Michelle para ser o quarteto incrível) foi fazer um lanchinho rápido no Marzo. Os irmãos Marietta e Marvin (tem post deles aqui no blog) ganharam mais um irmãozinho. O caçulinha da família fica na 409 sul, em um ambiente super bacana, com posters de celebridades que o mundo ama e admira. Pois veja se não é:







O Marzo tem opções delícias de sandubas e pratos executivos também, o que é uma ótima pedida para o almoço. Olha a cara boa deles aí.




Quando esse trio se encontra, fazemos uma festa daquelas. Somos daquele tipo de amigas que tem liberdade total pra falar o que quiser e o que bem entender, daí já viu, é tudo muito engraçado e super mega divertido, rsss. A sinceridade também rola solta e momentos tensos acabam acontecendo também, né meninas? Hahaha! E viva a amizade!!! Expliquei isso para dizer que, sendo muito honesta, não parei pra avaliar a comida, mas estava tudo muito gostoso (foi o que todas achamos, entre conversas e risadas).

Os sandubas vêm acompanhados de bolinho de arroz deliciosos (cortesia da casa). Adoro essas generosidades, rs.




De entrada, pedi a batata rústica, que estava DELICIOSA!!! Muito boa mesma. Ela é assada e vem com um molhinho de alho com alecrim. Esse último na medida certa, sem se exceder. Ficou uma combinação perfeita. A Si observou que ela poderia ser cortada mais fininha. Concordo!




Nada de comer com garfo e faca, deixe a boa etiqueta para outros momentos. Nos momentos descontraídos, com os amigos, vamos ser gente de verdade! Sanduba é bom pra comer com a mão. Olha que cara de gulosas, rs.



Si Palmeira e Marjorie:



Lachinho despretensioso, amigas lindas, vitórias, comemorações... assim é a vida da gente! :)



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Para Roma com Amor + Two Oceans + Norah Jones

Estou adorando fazer esses posts "+". Assim eu falo de vários assuntos de uma vez só, rs. Não que eu goste de ser breve, suscinta e objetiva. Embora haja momentos na vida em que é fundamental ser assim. Mas, não em um blog, digo, no meu blog, onde me permito escrever, divagar, falar minhas impressões sobre o mundo. Gosto de detalhar, de mergulhar em cada assunto/situação/momento e de me estender ao relatar o que senti. Mas, no momento, sem condições, rs. Portanto, farei uso da amiga praticidade.

Para Roma com Amor





Não resisti, dei um jeitinho e lá fui eu conferir o mais novo filme do Woody Allen. Indetifico-me bastante com a visão de mundo desse incrível cineasta, que é um dos meus favoritos. Uma alma incoformada, crítica (sem ser cruel ou piegas), observadora e que preza pela felicidade. Acho fascinante a forma como ele enxerga aquilo que ele mesmo denomina como "agonias existenciais".

Para Roma com Amor fala de aparências, superficialidades e AMOR. É um filme divertido, muito bom de se ver, embora tenha achado que houve cenas que ficaram meio soltas, por exemplo, as do Alec Baldwin. No contexto, não ficou meio claro e comprometeu um pouco o entendimento. Bem, foi o que eu senti. Mas, lendo uma crítica, deu pra entender qual era a intenção de Woody e, assim, compreendi melhor. Segue o link:
http://blogs.diariodonordeste.com.br/blogdecinema/criticas-de-filmes/para-roma-com-amorcritica-entre-o-id-e-o-superego/


Li recentemente o livro da Danuza Leão, É Tudo Tão Simples, e ela criticava as pessoas que gostam de assistir filmes e depois ficar debatendo sobre eles. Inclusive, ela mencionou que prefere ir ao cinema sozinha. Pois eu adoro ir acompanhada, e, principalmente, comentar sobre o filme depois. Como tenho vários amigos cinéfilos, sempre nos permitimos esses momentos. Os debates costumam sempre ser muito interessantes, pois há uma troca sobre a visão do filme e da própria vida, o que é muito enriquecedor. Conversando sobre esse filme com a amiga Gabi, ela apontou bem a questão abordada pelo filme, que é o de "rotular" pessoas famosas como sendo o máximo ou lindas ou maravilhosas, quando, na verdade, elas são tão normais e bem menos do que tudo aquilo que se diz que elas são.

Valeu a ida ao cinema! (tudo bem que sou suspeita,rs)


Two Oceans - Pinotage





É um vinho sul-africano, com ótimo custo benefício, que muito me agradou. Comprei no Extra por um precinho muito bom mesmo. É um vinho leve, bem fácil de beber. Ótimo para aqueles momentos de puro relaxamento, que não se quer pensar muito. Apenas se quer apreciar o silêncio, a calmaria do mundo, numa madrugada qualquer, em que não há o barulho dos motores, o vai e vem de pessoas, o telefone tocando. Há apenas você (com um outro alguém, se assim preferir), os pensamentos e o vinho. Um momento singular, sem preocupações, apenas sendo, acontecendo, sentindo e vivendo. Um momento abarcado pela simplicidade e, ainda assim, tão nobre.

E pra quem não sabe, a pinotage é uma uva típica da África do Sul, nascida da mistura da pinot noir com a cinsault. Produz vinhos excelentes, cor forte, aromas frutados. É conhecida também por ter taninos agressivos.


Norah Jones





A pessoa aqui pega carona com a amiga e, de quebra, sai a tiracolo com um CD que estava no porta-luvas do carro. Cara de pau? Nenhum pouco! Afinal, amigo é pra essas coisas também: compartilhar CDs, livros, além de histórias, dores, paixões... enfim, amigo é pra dividir a VIDA!
O CD em questão é o lançamento da Norah Jones, Little Broken Hearts. Hum, amei! Sou muito fã dessa cantora americana. Esse seu mais recente trabalho, está mais pop, com algumas batidas e, claro, com o toque dela de sempre: nostálgico, introspectivo. Esse albúm tem a ver com o fim de um relacionamento de Norah, o que explica o título. Ela não se intimidou e expôs muita coisa que sentiu à época. Maravilha de se ouvir! Quero o meu pra ontem!!!