quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Sebinho Café

Localizado na 406 norte, o Sebinho é um local de livros usados tanto pra se vender como pra comprar. Com um espaço grande, a loja possui um acervo muito bom. Além de livros, há também CDs, DVDs etc. Volta e meia rola paletras, exposições, lançamentos de livros... enfim, acontece um agito cultural. Pouco curto esse mundo do Sebinho, o que é uma pena. O que me atrai muito lá, mas também não vou com a frequência que gostaria, é o Sebinho Café.




Um ambiente adorável, tranquilo, que respira arte. Arte na decoração, arte na comida também. Já parei lá algumas vezes pra fazer um lanchinho, coisa e tal, tudo muito bom. Minha última ida lá foi na hora do almoço. São 3 opções diferentes de pratos de segunda a sábado. No site (www.sebinho.com.br) tem o cardápio pra saber o que irá rolar no dia. Hummmmm!!! Muito bom mesmo.  Comidinha bem elaborada e muito saborosa. 




De entrada, vem uma salada basiquinha pra dar início aos trabalhos.




Nesse dia fui de truta, acompanhada de arroz e de legumes. Gentem, que delícia! Muito bem temperadinho. A truta foi divinamente bem assada e veio acompanhada de um molho divino. Agradou em cheio.




Sebinho Café na hora do almoço, no meio da tarde ou à noite. Faz bonito!







segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Pinella Café

Mais um lugarzinho adorável para os happy hours da vida que a gente tanto ama: Pinella Café. Localizado na 408 norte, onde funcionava o Café da Rua 8. Bem, não sei se ele tem muito de café não, hehehe. É um cantinho com cara de bar-bistrô, algo do gênero. Rs.

Um ambiente super descolado e mega agradável, sempre com um som maneiro. Estive lá duas vezes, na primeira rolou uma banda tocando jazz e da outra era DJ animando a galera com o estilo samba-rock. Delícia! Teve quem levantasse da mesa pra sacudir o esqueleto. Povinho animado! Assim que é bom.

Aos amantes de cerveja, o Pinella conta com uma carta especial com muitas opções. Pelo que vi, é cerveja de tudo que é canto desse mundo, rs. E pra quem é de vinho, rs, assim como eu, também não deixa a desejar. Há boas opções. Foi lá que conheci o Alamos Pinot Noir 2010. Amei esse vinho!

Vamos lá... eu e minhas fotinhos não muito boas... hehehe





Minha amiga Luciana. Mesinhas ao ar livre, deixando o ambiente com um clima super agradável. Nesses dias tão, tão quentes não há nada melhor que sentar  num lugar assim pra curtir a vida ao lado dos amigos. Amomuitotudoisso.

Vamos aos comes. Experimentei um sanduíche de pernil com abacaxi, um caldo de batata baroa com alho poró e, de uma outra vez, um sanduíche de mortadela com mais não sei o quê. Rs. Assim, estavam gostosos, mas nada que me encantasse. Sendo sincera, poderiam estar melhores. Os sanduíches poderiam vir mais caprichadinhos. Lembro-me que o de pernil quase não tinha pernil... acho feio essas murrinhagens... feio, feio! rs. O caldo poderia estar mais incrementado... enfim... Essa é a minha opinião. Comida boa não basta ser bonita, tem que ser saborosa e nos deixar com vontade de repetir.












Carmelita. Cerveja, limão, sal e gelo. Amoooo!!! Delícia demais!!!


Alamos Pinot Noir 2010. Vinho elegante, não muito encorpado, taninos suaves, não muito ácido. Adorei!
 Quero voltar muitas e muitas vezes ao Pinella. Delícia de lugar!!!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Oscar 2013

Aproveitei esses dias mais tranquilos que estou tendo para conferir alguns filmes que estão concorrendo ao Oscar. Os que concorrem à estatueta são: Argo, Django Livre, Os Miseráveis, O Lado Bom da Vida, Amor, As Aventuras de Pi, A Hora Mais Escura, Lincoln e A Indomável Sonhadora.

Argo: já falei sobre ele aqui no blog. Muito bom, baseado em uma história real, com ótima direção e atuação de Ben Aflleck. Mas acho que não tem chances de levar o Oscar, considerando os outros filmes.

Django Livre: obra-prima do Quentin Tarantino. O que falar desse filme? É tão Tarantino. E que bom que ele é sempre tão fiel ao seu estilo. Ódio, vingança, heroísmo. Mas também AMOR. E o que é a vida sem ele, ora pois? Na época da escravidão, Django, um escravo, se torna um homem livre e vai em busca da sua esposa também escrava. O filme mostra a crueldade que marcou a época da escravatura, com muita morte e sangue - algo bem peculiar aos filmes de Quentin. Só que nos filmes de Tarantino, o lado fraco sempre consegue sua vingança de forma tão hollywoodiana - do jeitinho que a gente gosta - deixando-nos extasiados. Sentimos-nos vingados tal qual o personagem principal. É excelente, mas não é o tipo de filme que se ganha Oscar.

Os Miseráveis: Adaptação musical de um romance de Victor Hugo, a história se passa no epicentro da Revolução Francesa e narra o drama de Jean Valjean. É interessante observar que há uma grande conotação religiosa, mas, ainda assim, a miséria vivida por um povo não deixa de ser abordada, muito menos o idealismo de uma geração. E é por isso que o nome da obra do grande poeta e dramaturgo Victor Hugo se chama Os Miseráveis. Achei o filme emocionante e o destaque para mim foi a interpretação excepcional de Anna Hathaway cantando I dreamed a dream. O que foi aquilo, hein? Para mim, é uma cena que já ficou para história do cinema. Apesar de musicais não agradarem o grande público, tenho visto as pessoas falarem muito bem. Tenho a leve impressão que o Oscar de melhor filme será dele. Esse fim de semana a gente vai saber, rs.

O Lado Bom da Vida: Sabe aquele ditado "de perto ninguém é normal"? É bem essa mensagem que o filme nos passa, hahaha! O filme conta a história de um rapaz bipolar, que fica internado por um tempo, e quando volta pra casa se envolve com uma moça com os "mesmos problemas" que ele. O interessante no filme, como disse na introdução, é observar que as pessoas consideradas "normais" talvez sejam mais pertubadas do que os ditos "problemáticos". É um filme que nos permite fazer várias análises interessantes, pois mostra muito da realidade: pessoas que tentam se encaixar no padrão-felicidade-ditado-pela-sociedade, mas que vivem angustiadas, infelizes, vivendo de aparência, estressadas.... É triste quando fugimos da nossa essência tentando ser quem não somos. Mas, tirando essas minhas análises filosóficas (rsss), o filme é divertido e passa uma mensagem muito bonita. Mas, sem chance pro Oscar, eu acho. Vai saber... tudo é possível...

As Aventuras de Pi: Às vezes eu me questiono o porquê de tanto amar a arte, nas suas mais variadas expressões. Talvez seja porque ela nada mais é do que a manifestação de sentimentos, o momento em que deixamos o coração falar e a almar se abrir por inteiro. Um grande filme pra mim é aquele que nos mostra a pureza e a grandiosidade da nossa humanidade, que fala de coisas que só a alma pode entender. Bem, toda esse lenga-lenga foi pra dizer que As Aventuras de Pi é um filme lindo e de muita sensibilidade. Nem vou adentrar no mérito da história. Acho que não leva o Oscar, mas se levar, eu ficarei muito feliz. Ah! Depois que assisti ao filme, eu disse ao meu vira-lata mais amado do mundo, o Bidu: Você é o Richard Parker da minha vida. Pra sempre!!!

Lincoln: Olha, depoimento honesto... no começo o filme é meio entediante, até dá um sono... aqueles diálogos cumpridos... o desenrolar da história meio parado... só que a coisa vai evoluindo... a votação na Câmara para aprovar a 13ª emenda da Constituição Federal, que irá abolir a escravatura, nos prende de tal forma, que o filme se torna envolvente. É um bom filme e ponto final. Nada mais do que isso. Pode ser que leve o Oscar, considerando que estamos falando de um país patriota. Maaas, continuando com a minha honestidade, ficarei meio desapontada se ele levar a estatueta. 

Amor não assisti. Até tentei, mas não deu certo. Dizem que é um filme lindo, porém triste, muito triste. Não sei se quero ver não... estou com medo, rsss. A Indomável Sonhadora ainda não está nas telas do cinema. Vi o trailler e fiquei looouca pra vê-lo. Assim que estrear, vou conferir, claro!!!

Bem, esse post foi uma grande brincadeira minha, dei uma de "crítica" de cinema. Hahaha!!! Bem, sou apaixonada por cinema, histórias, artes etc. E, claro, o que rola nesse mundo acaba me deixando com as anteninhas ligadas. Os engajados artisticamente não estão nem aí pro Oscar, com razão. Há tantos interesses comerciais, financeiros em questão, que talvez o verdadeiro comprometimento com a arte fique um pouquinho - ou bastante - de lado. Enfim... não dá pra levar muito a sério os jurados dos Oscar, rsss. O importante são as histórias lindas e maravilhosas contadas na telinha do cinema, que nos emocionam, nos fazem rir, chorar, que nos tocam de alguma forma e, sim, são capazes de nos fazer pessoas melhores.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Superação

Adoro histórias de superação contadas em filmes, livros, peças de teatro etc. Mas, gosto mesmo das histórias da vida real. Talvez por isso goste tanto de ler biografias e de ver filmes baseados em fatos reais. Às vezes penso que não é muito mérito ser um grande profissional ou uma ótima pessoa quando tudo favoreceu para isso. Mérito vejo quando muitos obstáculos tiveram que ser ultrapassados para se alcançar algo. Talvez eu esteja sendo injusta, pois qualquer vitória alcançada é motivo de aplauso e não deixa de ser mérito, pois, ainda que alguém tenha tido todo alicerce para ser o que se é, a começar por uma família estruturada, o fato é que muitas são as escolhas e caminhos a nossa volta. Optar por um determinado caminho, quando não é sabido qual será o resultado, requer coragem, força, determinação e, o principal deles, fé.

Acredito que fé e superação estejam intimamente ligadas. Fé em um poder superior, mas, principalmente, fé em você. Afinal, para se superar, é preciso acreditar no seu potencial e ter muita força de vontade. E isso não é nada mais do que fé.





Superação para ir além da dor. Superação para encarar o medo. Superação para assumir os erros. Superação para olhar para si próprio. Superação para transpor uma doença. Superação para acreditar na felicidade.
Superação para se entregar ao amor, mais uma vez, e quantas vezes for necessário.




Fotos via Imagens/Google.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Bistrô Bom Demais

Como sou frenquentadora assídua do Centro Cultural Banco do Brasil, e comer antes ou depois de um espetáculo ou depois de visitar uma exposição é obrigatório, volta e meia faço um pit stop no Bistrô Bom Demais, que fica no CCBB.

Por algum tempo, eu estava o evitando. É que me decepcionei algumas vezes que sentei lá. Ora não tinha vários itens que constavam no cardápio. Ora a demora era demais. Ora o paladar não agradava. Enfim, era uma tragédia após outra. Teve um dia que a minha amiga Alê pediu um risoto de camarão (foi isso, Alê?) e apareceu um osso!!! Veja só, tem cabimento uma coisa dessa? Rsss.

Ocorre que, de teimosa que sou, continuei sentando lá, eventualmente. Até por falta de opção também, rs. Mas, de uns tempos pra cá, não sei o que aconteceu, o atendimento está excelente, a comida chega rapidinho e o sabor está agradando. Até tenho vivido momentos felizes por lá, rs. Ah! Exceto por uma tapioca de cogumelos que resolvi experimentar dia desses. Afff... que horrível!
Gosto dos risotos e dos sanduíches. Quem for a algum espetáculo no CCBB, pode correr o risco de comer no Bistrô Bom Demais, rs.



Risoto de filé com cogumelos


domingo, 3 de fevereiro de 2013

Adriana Varejão - Histórias às Margens

Sabendo que eu estava no Rio de Janeiro, o amigo Lauro, que é suuuuper antenado, me deu uma dica preciosa: conferir a exposição da Adriana Varejão, que está acontecendo no Museu de Arte Mordena. Confesso, não conhecia o trabalho dela, sendo mais honesta ainda, não a conhecia. Fiz uma pesquisa rápida na internet e fiquei muito curiosa pra conhecer o seu trabalho. Como estava acompanhada de amigas que não curtem muito esse tipo de programa, lá fui eu sozinha e feliz da vida ao MAM.

Amei!!!! Que bom que eu fui... Fiquei deslumbrada com toda a obra dessa artista contemporânea, genuinamente carioca, que é um dos grandes expoentes no cenário mundial das artes plásticas. Curiosidade: Em 2011, Adriana Varejão foi a artista brasileira viva cuja obra foi vendida pelo preço mais alto. Em 2012, já teve outra artista brasileira que conseguiu essa proeza.

Apesar do apelo comercial de suas obras, essa incrível artista é altamente comprometida com a pintura e não se deixa deslumbrar com o sucesso. O título da exposição "Adriana Varejão - Histórias às Margens" tem a ver com o trabalho feito por ela ao longo de sua carreira. Adriana passeia pela história, abordando universos como o barroco, índios, mestiçagem, China etc. A carne, de forma teatralizada, e o azulejo são elementos recorrentes em sua obra.

Seu trabalho é visualmente cheio de emoção e aborda muitos conceitos. Tirei fotos de muitas obras. Já vou dizendo, as fotos não estão muito boas, mas o importante é o registro do que eu vivi e senti, rs.




















Parede com incisões à la Fontana - essa foi a obra mais bem paga para um artista brasileiro vivo (até 2011).


Exposição esplêndida!!!