"Não importa que a tenham demolido:
a gente continua morando na velha casa em que nasceu"
(Mário Quintana)
Esse pequenino poema de Mário Quintana me faz pensar o quanto estamos arraigados às nossas origens. Nosso passado é parte fundamental da pessoa que somos hoje. Graças à ele, nos tornamos esse ser único, incrível e contraditório (sim, somos todos uma grande contradição, rs). Podemos superá-lo, amá-lo ou odiá-lo. Não importa, ele sempre estará lá. Se ele não foi o dos melhores, penso que o melhor é fazer as pazes com ele e aceitá-lo, acreditando que tudo nada mais é que um grande aprendizado. Se ele deixou saudades e é difícil aceitar o presente, pense que o novo sempre vem e que a vida nada mais é que uma grande renovação.
Amar o passado, respeitá-lo e deixá-lo ir, simples assim.
Foto via imagens/google.

Iza, com certeza o Mário Quintana não nasceu num suburbio da Leopoldina no Rio de Janeiro e nem tem "amigos" que insistem em lembrá-lo desse passado nefasto. Acho que você postou esses comentários só para "tirar uma" com a minha cara. KKK Malu
ResponderExcluirPS ainda de quebra, a casa onde nasci continua de pé.
kkkkkkkk! Essa foi ótima, Malu. Sabe como é, tem gente que não mora mais no suburbio, mas de vez em quando continua querendo comer macarronada com farofa, kkkkkkkkkkkk!
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