Histórias Cruzadas é um daqueles filmes lindíssimos, que mexem com a gente, que nos deixam sensibilizados e, ao mesmo tempo, indignados com o preconceito racial. O racismo já foi tema de muitos filmes, mas, nesse, tal assunto foi exposto por uma outra vertente: a mulher negra, como empregada doméstica, que cuida das crianças brancas como se fossem seus filhos, e sofre as mais diversas humilhações. A história se passa nos EUA, mas é uma história também muito familiar da realidade brasileira, resquício da época da escravatura. Quantas famílias não tiveram suas "escravas" negras?
O filme tem muitos clichês, contudo, ainda assim, não o impede de ser um grande filme. Achei excelente! Concorre ao Oscar como melhor filme (e dos que já vi até agora, foi o que mais gostei, melhor que O Artista) e na categoria de melhor atriz pela atuação de Viola Davis, que, de fato, está fantástica.
Pensando melhor, aos que concorrem ao Oscar como melhor filme, não sei se tenho meu favorito. Amei Meia Noite em Paris e Os Descendentes também. Meia Noite em Paris é um filme mais introspectivo, mais filosófico, já Os Descendentes é mais realista, ninguém é herói ali (tem post sobre ele aqui no blog). Histórias Cruzadas, por sua vez, coloca algumas personagens na condição de heroínas e é um super drama, típico filme para levar o Oscar. A Árvore da Vida é um filme super diferente, difícil de ser compreendido e tem como proposta a máxima "cinema como arte". Lembro-me de que quando fui assistir muuuitas pessoas saíram no meio do filme, hahaha. Eu gostei depois de conversar com vários amigos e entendê-lo melhor, rs. O Artista é super bonito e encanta por contar a história do cinema mudo, lá na década de 20 (tenho post sobre ele). Os demais - O Homem que Mudou o Jogo, Cavalo de Guerra, Tão Forte e Tão Perto e A invenção de Hugo Cabret - ainda não tive a felicidade de vê-los. Domingo saberemos o que vai dar. (Esse parágrafo foi Izabel em A Crítica de Cinema, hahaha, até parece...).
Pensando melhor, aos que concorrem ao Oscar como melhor filme, não sei se tenho meu favorito. Amei Meia Noite em Paris e Os Descendentes também. Meia Noite em Paris é um filme mais introspectivo, mais filosófico, já Os Descendentes é mais realista, ninguém é herói ali (tem post sobre ele aqui no blog). Histórias Cruzadas, por sua vez, coloca algumas personagens na condição de heroínas e é um super drama, típico filme para levar o Oscar. A Árvore da Vida é um filme super diferente, difícil de ser compreendido e tem como proposta a máxima "cinema como arte". Lembro-me de que quando fui assistir muuuitas pessoas saíram no meio do filme, hahaha. Eu gostei depois de conversar com vários amigos e entendê-lo melhor, rs. O Artista é super bonito e encanta por contar a história do cinema mudo, lá na década de 20 (tenho post sobre ele). Os demais - O Homem que Mudou o Jogo, Cavalo de Guerra, Tão Forte e Tão Perto e A invenção de Hugo Cabret - ainda não tive a felicidade de vê-los. Domingo saberemos o que vai dar. (Esse parágrafo foi Izabel em A Crítica de Cinema, hahaha, até parece...).

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