quinta-feira, 15 de março de 2012

A Invenção de Hugo Cabret

A Invenção de Hugo Cabret foi super comentado nesse Oscar, concorrendo a várias categorias. No dia da apresentação do Oscar, ouvi dos comentaristas que se tratava de um grande filme. Nem preciso dizer o quanto fiquei louca para vê-lo, né? Esse fim de semana fui matar quem estava me matando: minha curiosidade (eterna e incansável- ainda bem! rs). Assim, eu gostei do filme, é lindo, emocionante, trata de um assunto que para mim é muito nobre: os sonhos! Mas, contudo, entretanto, todavia, tenho que confessar que esperava beeeem mais. Não há nada tão surpreendente e fascinante, na história. Porque em se tratando da arte, da fotografia, das imagens, é tudo simplesmente magnífico mesmo.






O filme conta a história de Hugo, orfão de pai e mãe. Assim que seu pai falece em um acidente, Hugo, que havia aprendido a consertar relógios com ele, vai morar com o tio bêbado, que também era relojoeiro, em uma estação de trem. O tio desaparece e Hugo se vê sozinho no mundo. Ocorre que antes de seu pai falecer, ele e seu pai descobriram um autômato (um robô capaz de escrever e desenhar) e tinham como objetivo consertá-lo. Hugo apega-se a esse brinquedo fervorosamente com a esperança de que o "robô" poderá transmitir uma mensagem de seu pai, o que o torna obcecado em consertá-lo. Esse propósito o faz chegar até George Mièles, um dos pioneiros do cinema. E desse encontro surge então toda a trama. É possível reviver a magia da sétima arte, compreender a importância dos sonhos, encantar-se com as ideias. Não sei se isso acontece com todos, mas a arte faz meu coração bater mais forte. 





É um filme tocante, sem dúvida, que nos faz refletir sobre o tempo,  passado e presente. Dirigido pelo idolatrado Martins Scorsese (Os Infiltrados, Cassino, Taxi Driver, A Época da Inocência, dentre muito outros). Vale a ida ao cinema, mas não vá com muuuita expectativa não.... é um filme agradável e muito bonito, é isso!

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